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	<title>Arquivo de Cultura Organizacional - A4Quality HealthCare®</title>
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	<title>Arquivo de Cultura Organizacional - A4Quality HealthCare®</title>
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		<title>Qual o mistério da saúde?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe A4Quality]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 16:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>? &#160; Por que preços sobem todo ano muito mais do que os de outros setores? Se as companhias aéreas fossem como os serviços de saúde, cada piloto poderia executar a verificação de segurança antes do voo como bem entendesse, ou não executar verificação nenhuma. Em 2017 houve zero mortes na aviação comercial no mundo todo. Zero! Por quê? Caixas pretas de aviões que caem TÊM q ser abertas. Isso evita que o avião seguinte caia. Já em saúde&#8230; Fonte: Canal YouTube &#8211; Clemente Nóbrega</p>
<p>O post <a href="https://a4quality.com.br/qual-o-misterio-da-saude/">Qual o mistério da saúde?</a> apareceu primeiro em <a href="https://a4quality.com.br">A4Quality HealthCare®</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gQ2p9tqix4o" width="800" height="450" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">?</span></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="description" class="style-scope ytd-video-secondary-info-renderer"><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Por que preços sobem todo ano muito mais do que os de outros setores? Se as companhias aéreas fossem como os serviços de saúde, cada piloto poderia executar a verificação de segurança antes do voo como bem entendesse, ou não executar verificação nenhuma. Em 2017 houve zero mortes na aviação comercial no mundo todo. Zero! Por quê? Caixas pretas de aviões que caem TÊM q ser abertas. Isso evita que o avião seguinte caia. Já em saúde&#8230; </span></div>
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<div>Fonte: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=gQ2p9tqix4o&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener">Canal YouTube &#8211; Clemente Nóbrega</a></div>
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		<title>As auditorias remotas vieram para ficar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 19:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há muita discussão sobre os trabalhos remotos, inclusive auditorias remotas em tempos de pandemia e isolamento social. Não é à toa, pois estamos aprendendo e nos adaptando a uma nova maneira de trabalhar e nos relacionar. Porém, o uso de tecnologias para otimizar o trabalho já nos acompanha há bastante tempo. As auditorias remotas têm gerado polêmica e dividido opiniões no nosso meio. Portanto, antes da emissão de qualquer julgamento, é importante que possamos avaliar os pontos positivos neste processo. Não há dúvida de que esta crise mundial causada pela pandemia do COVID-19 está nos trazendo muitas lições, principalmente nos fazendo repensar o formato de trabalho atual e as nossas relações. Neste artigo, vou falar um pouco sobre isso, e de forma imparcial, apresentarei a minha humilde opinião sobre o assunto. Avaliações geram ansiedade O processo de auditoria sempre gera ansiedade, tanto para os avaliados quanto para os avaliadores. Eu posso dar meu testemunho pois já estive em ambos os lados. Sabemos que as organizações investem tempo, recursos pessoais e financeiros, para a implantação de projetos de melhoria da gestão, com vistas à certificação, pois querem ter um reconhecimento do mercado pelo bom desempenho obtido. Portanto, buscam finalizar este processo com uma avaliação que agregue valor. Por isso, é fundamental para aquelas empresas que não buscam somente um certificado na parede, que esse processo não seja apenas para “cumprir tabela” ou para “inglês ver”. Quando eu falo em agregar valor, não estou me referindo a avaliação com conotação de consultoria. Falo de uma avaliação que seja transparente e que faça os avaliados refletirem por meio dos questionamentos realizados, da releitura de seus processos auditados, para que assim, degraus sejam estabelecidos para a busca de outros patamares de gestão. Auditoria não é fiscalização! Por isso, eu prefiro chamar de avaliação. Pois os avaliadores têm o papel de traçar, compreender o perfil da organização e buscar a conformidade, não o contrário. Esta premissa segue independente da modalidade da avaliação, se presencial ou remota. O que é preciso para uma boa avaliação remota? As avaliações remotas ganharam mais destaque, principalmente no momento de pandemia que estamos vivendo. Porém, esta já é uma prática considerada e prevista no padrão internacional ISO 19011:2018 – Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão. Mas para que a mesma seja aplicada, são necessários alguns pré-requisitos, como: Tecnologias de informação e comunicação – deve ser observada a disponibilidade dos avaliadores e avaliados quanto ao provimento de recursos de tecnologias de informação e comunicação, contemplando a disponibilidade de conexão de Internet estável e recursos de tecnologia da informação com áudio e vídeo. Proteção e Confidencialidade – As avaliações remotas devem ser conduzidas, por ferramentas de videoconferência que garantam a confidencialidade durante as reuniões. Disponibilização de evidências – Outra questão importante a ser observada, é que os processos auditados, assim como as práticas relativas aos itens avaliativos, devem ser passíveis de verificação remota. Ou seja, devem conter registros, procedimentos, e acessos remotos, de forma que os avaliadores possam acessá-los ou visualizá-los remotamente, a partir de compartilhamento eletrônico durante a auditoria. Minha opinião sobre as auditorias remotas Entendo que exista incerteza por parte das organizações quanto a realização de auditorias remotas. Mas, minha opinião é que, respeitados os pré-requisitos acima, a modalidade não interfere na competência e qualidade técnica da avaliação. Defendo que as tecnologias devam ser usadas, principalmente, nos casos onde a realização da avaliação presencial é limitada. Desta forma, é possível mantermos os processos de Avaliações para manutenção dos Sistemas de Gestão com segurança e qualidade, promovendo a continuidade dos mesmos.  O mundo mudou, e isto é um fato! Acredito que, já passados mais de 2 meses de isolamento social, estamos mais adaptados às tecnologias. O principal desafio que vejo é o de humanizar o contato por meio da “tela” e continuar presente nas relações de trabalho, assim como éramos antes, na modalidade presencial. E você, está a favor ou contra a maré da tecnologia?</p>
<p>O post <a href="https://a4quality.com.br/as-auditorias-remotas-vieram-para-ficar/">As auditorias remotas vieram para ficar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://a4quality.com.br">A4Quality HealthCare®</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há muita discussão sobre os trabalhos remotos, inclusive auditorias remotas em tempos de pandemia e isolamento social. Não é à toa, pois estamos aprendendo e nos adaptando a uma nova maneira de trabalhar e nos relacionar. <strong>Porém, o uso de tecnologias para otimizar o trabalho já nos acompanha há bastante tempo.</strong></p>
<p>As auditorias remotas têm gerado polêmica e dividido opiniões no nosso meio. Portanto, antes da emissão de qualquer julgamento, é importante que possamos avaliar os pontos positivos neste processo.</p>
<p>Não há dúvida de que esta crise mundial causada pela pandemia do COVID-19 está nos trazendo muitas lições, <strong>principalmente nos fazendo repensar o formato de trabalho atual e as nossas relações.</strong></p>
<p>Neste artigo, vou falar um pouco sobre isso, e de forma imparcial, apresentarei a minha humilde opinião sobre o assunto.</p>
<h2><strong>Avaliações geram ansiedade</strong></h2>
<p><strong>O processo de auditoria sempre gera ansiedade, tanto para os avaliados quanto para os avaliadores</strong>. Eu posso dar meu testemunho pois já estive em ambos os lados.</p>
<p>Sabemos que as organizações investem tempo, recursos pessoais e financeiros, para a implantação de projetos de melhoria da gestão, com vistas à certificação, pois querem ter um reconhecimento do mercado pelo bom desempenho obtido.</p>
<p>Portanto, buscam finalizar este processo com uma avaliação que agregue valor. Por isso, <strong>é fundamental para aquelas empresas que não buscam somente um certificado na parede, que esse processo não seja apenas para “cumprir tabela” ou para “inglês ver”.</strong></p>
<p>Quando eu falo em agregar valor, não estou me referindo a avaliação com conotação de consultoria. Falo de uma avaliação que seja transparente e que faça os avaliados refletirem por meio dos questionamentos realizados, da releitura de seus processos auditados, para que assim, degraus sejam estabelecidos para a busca de outros patamares de gestão.</p>
<p><strong>Auditoria não é fiscalização! Por isso, eu prefiro chamar de avaliação</strong>. Pois os avaliadores têm o papel de traçar, compreender o perfil da organização e buscar a conformidade, não o contrário.</p>
<p>Esta premissa segue independente da modalidade da avaliação, se presencial ou remota.</p>
<h2><strong>O que é preciso para uma boa avaliação remota?</strong></h2>
<p><strong>As avaliações remotas ganharam mais destaque, principalmente no momento de pandemia que estamos vivendo.</strong> Porém, esta já é uma prática considerada e prevista no padrão internacional ISO 19011:2018 – Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão. <strong>Mas para que a mesma seja aplicada, são necessários alguns pré-requisitos, como:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Tecnologias de informação e comunicação </strong>– deve ser observada a disponibilidade dos avaliadores e avaliados quanto ao provimento de recursos de tecnologias de informação e comunicação, contemplando a disponibilidade de conexão de Internet estável e recursos de tecnologia da informação com áudio e vídeo.</li>
<li><strong>Proteção e Confidencialidade –</strong> As avaliações remotas devem ser conduzidas, por ferramentas de videoconferência que garantam a confidencialidade durante as reuniões.</li>
<li><strong>Disponibilização de evidências – </strong>Outra questão importante a ser observada, é que os processos auditados, assim como as práticas relativas aos itens avaliativos, devem ser passíveis de verificação remota. Ou seja, devem conter registros, procedimentos, e acessos remotos, de forma que os avaliadores possam acessá-los ou visualizá-los remotamente, a partir de compartilhamento eletrônico durante a auditoria.</li>
</ul>
<h2><strong>Minha opinião sobre as auditorias remotas</strong></h2>
<p>Entendo que exista incerteza por parte das organizações quanto a realização de auditorias remotas. Mas, minha opinião é que, respeitados os pré-requisitos acima, a modalidade não interfere na competência e qualidade técnica da avaliação.</p>
<p>Defendo que as tecnologias devam ser usadas, principalmente, nos casos onde a realização da avaliação presencial é limitada. <strong>Desta forma, é possível mantermos os processos de Avaliações para manutenção dos Sistemas de Gestão com segurança e qualidade, promovendo a continuidade dos mesmos. </strong></p>
<p>O mundo mudou, e isto é um fato! Acredito que, já passados mais de 2 meses de isolamento social, estamos mais adaptados às tecnologias. O principal desafio que vejo é o de humanizar o contato por meio da “tela” e continuar presente nas relações de trabalho, assim como éramos antes, na modalidade presencial.</p>
<p><strong>E você, está a favor ou contra a maré da tecnologia?</strong></p>
<p>O post <a href="https://a4quality.com.br/as-auditorias-remotas-vieram-para-ficar/">As auditorias remotas vieram para ficar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://a4quality.com.br">A4Quality HealthCare®</a>.</p>
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		<title>Como a Atenção Primária à Saúde (APS) pode mudar o panorama da saúde suplementar no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 18:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala em mudança do modelo assistencial. Entretanto, será que todos nós temos a mesma ideia de qual o melhor modelo? E mais, será que sabemos exatamente o que é modelo assistencial? O modelo de atenção à saúde que hoje temos na saúde suplementar está sendo bastante questionado. Afinal, o modelo assistencial que atualmente vigora está voltado a tratar doença, e não cuidar da saúde. Por exemplo, quando contratamos um plano de saúde, o que nos chama mais a atenção? Para a maioria das pessoas que conheço, um plano de saúde bom é aquele que oferece em sua rede os melhores hospitais e os melhores especialistas, ou seja, que tenha uma rede de prestadores de serviços de saúde maior e melhor. Mas, será que isso é tratar a saúde? Com certeza não! Tratar a doença ou Cuidar da saúde? Ao identificarmos um problema de saúde, como uma dor na perna, a que especialidade médica recorremos? Ortopedista? Angiologista? Neurologista? Quem decide somos nós, mas será que fazemos a melhor escolha? Será que temos competência técnica para isso? Bem, acredito que você respondeu essas questões e agora está pensando em qual seria a melhor resposta! Com certeza não existe “melhor resposta”, pois o modelo de atenção à saúde hoje vigente nos permite escolher o médico que quisermos, desde que esteja em nosso plano. A livre escolha que hoje temos, em escolher o especialista que bem entendermos, é um direito que nós mesmos, inclusive, fazemos questão. Até hoje, esse é o modelo de atenção que entendemos ser “o melhor”, mas que não está tendo os resultados adequados, nem para a sustentabilidade financeira das Operadoras, e tampouco para a qualidade e segurança dos clientes. Então, qual seria o “melhor modelo”? Esta é a resposta que o setor vem buscando dia após dia! Atualmente, os especialistas chegaram à conclusão de que o melhor modelo é aquele que nos dá a certeza de que estamos cuidando da nossa saúde (e não tratando as doenças). Assim, precisamos de alguém que nos oriente sobre qual especialista procurar no caso de algum problema de saúde e que, mesmo quando estamos saudáveis, precisamos nos cuidar para permanecermos saudáveis! Mas será que um modelo assistencial assim é possível? Como a Atenção Primária à Saúde (APS) pode ajudar a tornar isso possível u sei que é difícil pensar em um modelo de atenção que atenda essas expectativas. Entretanto, se sairmos do plano das ideias, podemos encontrar formas de fazê-lo acontecer. E um dos caminhos para isso é a Atenção Primária à Saúde (APS). Os fundamentos e conceitos relacionados à Atenção Primária à Saúde tiveram origem em 1978, numa conferência da Organização Mundial de Saúde, realizada em Alma Ata no Cazaquistão.  Nessa conferência, foi proposta a primeira definição sobre Atenção Primária à Saúde, sendo ela: “cuidados essenciais à saúde, baseados em tecnologias acessíveis, que levam os serviços de saúde o mais próximo possível dos lugares de vida e trabalho das pessoas, constituindo assim, o primeiro nível de contato com o sistema nacional de saúde e o primeiro elemento de um processo contínuo de atenção” (ALMA-ATA, 1978) Analisando essa definição e tudo que trabalhamos até aqui, podemos dizer que a APS é uma forma de organização que prioriza o cuidado à saúde, e não apenas tratativa das doenças. Assim, tem como objetivo atuar de forma preventiva, e não reativa, o que por si só tem impacto direto na sustentabilidade das instituições e na qualidade de vida das pessoas. Por esse motivo, a APS (Atenção Primária à Saúde) é considerada a pedra fundamental do cuidado em saúde na experiência de muitos países. Ela é reconhecidamente a porta de entrada preferencial de acesso ao sistema de saúde, e promove adequado cuidado entre os outros níveis de atenção, como especialistas e hospitais, fundamentado nas necessidades de saúde e nos graus de complexidade de cada indivíduo. Pilares da Atenção Primária à Saúde (APS) Para que o modelo de Atenção Primária à Saúde funcione de forma adequada, alguns princípios devem ser observados. Tais princípios são considerados como os sete pilares de estruturação dos cuidados primários em saúde, e são reconhecidos por instituições nacionais e internacionais. São eles: Porta de entrada do sistema – primeiro contato, acolhimento do indivíduo; Longitudinalidade do cuidado – cuidado e acompanhamento da equipe de saúde ao longo da vida do indivíduo; Alta coordenação do cuidado – articulação e coordenação entre os diversos serviços de atenção à saúde de cada indivíduo; Integralidade do cuidado – integração dos serviços nos diversos níveis de atenção, preventivos, curativos, de reabilitação, individuais e coletivos, caso a caso; Heterogeneidade das demandas – cuidar de cada indivíduo nas suas particularidades e individualidades; Centralidade na família – coordenação, orientação, integração e informação aos cuidados familiares de cada paciente; Orientação ao paciente e a comunidade – informação e orientação sobre a saúde a todos os indivíduos e comunidade. A Atenção Primária à Saúde e o reconhecimento da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) Conhecendo um pouco mais sobre o conceito de Atenção Primária à Saúde, e os benefícios que ela pode trazer no cuidado à saúde das pessoas, e não à doença, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) está promovendo a adoção do Modelo de Atenção a partir de um programa de certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde, começando exatamente pelo modelo de Atenção Primária! E a ANS está fazendo isso por meio do Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção Primária à Saúde, que está apresentado na resolução normativa 440. Nos próximos artigos, vamos conhecer um pouco sobre a RN 440 da ANS, que trata desse programa e discutir item a item das melhores práticas que ele propõe. Até lá!</p>
<p>O post <a href="https://a4quality.com.br/como-a-atencao-primaria-a-saude-aps-pode-mudar-o-panorama-da-saude-suplementar-no-brasil/">Como a Atenção Primária à Saúde (APS) pode mudar o panorama da saúde suplementar no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://a4quality.com.br">A4Quality HealthCare®</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala em mudança do modelo assistencial. Entretanto, será que todos nós temos a mesma ideia de qual o melhor modelo? E mais, será que <strong>sabemos exatamente o que é modelo assistencial?</strong></p>
<p>O modelo de atenção à saúde que hoje temos na saúde suplementar está sendo bastante questionado. Afinal, o modelo assistencial que atualmente vigora <strong>está voltado a tratar doença, e não cuidar da saúde.</strong></p>
<p>Por exemplo, quando contratamos um plano de saúde, o que nos chama mais a atenção?</p>
<p>Para a maioria das pessoas que conheço, um plano de saúde bom é aquele que oferece em sua rede <a href="https://qualidadeparasaude.com.br/gestao-da-rede-prestadora-de-servicos-de-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="os melhores hospitais e os melhores especialistas (abre em uma nova aba)">os melhores hospitais e os melhores especialistas</a>, ou seja, que tenha uma rede de prestadores de serviços de saúde maior e melhor. Mas, será que isso é tratar a saúde? Com certeza não!</p>
<h2><strong>Tratar a doença ou Cuidar da saúde?</strong></h2>
<p>Ao identificarmos um problema de saúde, como uma dor na perna, a que especialidade médica recorremos? Ortopedista? Angiologista? Neurologista? Quem decide somos nós, mas será que fazemos a melhor escolha? <strong>Será que temos competência técnica para isso?</strong></p>
<p>Bem, acredito que você respondeu essas questões e agora está pensando em qual seria a melhor resposta!</p>
<p>Com certeza não existe “melhor resposta”, pois o modelo de atenção à saúde hoje vigente nos permite escolher o médico que quisermos, desde que esteja em nosso plano. A livre escolha que hoje temos, em escolher o especialista que bem entendermos, <a href="https://qualidadeparasaude.com.br/o-usuario-dos-servicos-de-saude-e-um-cliente-ou-paciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="é um direito que nós mesmos, inclusive, fazemos questão (abre em uma nova aba)">é um direito que nós mesmos, inclusive, fazemos questão</a>.</p>
<p>Até hoje, esse é o modelo de atenção que entendemos ser “o melhor”, mas que não está tendo os resultados adequados, nem para a sustentabilidade financeira das Operadoras, e tampouco para <strong>a qualidade e segurança dos clientes</strong>.</p>
<h2><strong>Então, qual seria o “<em>melhor modelo</em>”?</strong></h2>
<p>Esta é a resposta que o setor vem buscando dia após dia!</p>
<p>Atualmente, os especialistas chegaram à conclusão de que o melhor modelo <strong>é aquele que nos dá a certeza de que estamos cuidando da nossa saúde</strong> (e não tratando as doenças).</p>
<p>Assim, precisamos de alguém que nos oriente sobre qual especialista procurar no caso de algum problema de saúde e que, mesmo quando estamos saudáveis, precisamos nos cuidar para permanecermos saudáveis!</p>
<p>Mas será que um modelo assistencial assim é possível?</p>
<h2><strong>Como a Atenção Primária à Saúde (APS) pode ajudar a tornar isso possível</strong></h2>
<p>u sei que é difícil pensar em um modelo de atenção que atenda essas expectativas. Entretanto, se sairmos do plano das ideias, podemos encontrar formas de fazê-lo acontecer. E <strong>um dos caminhos para isso é a Atenção Primária à Saúde (APS)</strong>.</p>
<p>Os fundamentos e conceitos relacionados à Atenção Primária à Saúde tiveram origem em 1978, numa conferência da <a href="https://www.who.int/eportuguese/countries/bra/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Organização Mundial de Saúde (abre em uma nova aba)">Organização Mundial de Saúde</a>, realizada em Alma Ata no Cazaquistão.  Nessa conferência, foi proposta a primeira definição sobre Atenção Primária à Saúde, sendo ela:</p>
<blockquote><p>“cuidados essenciais à saúde, baseados em tecnologias acessíveis, que levam os serviços de saúde o mais próximo possível dos lugares de vida e trabalho das pessoas, constituindo assim, o primeiro nível de contato com o sistema nacional de saúde e o primeiro elemento de um processo contínuo de atenção” (ALMA-ATA, 1978)</p></blockquote>
<p>Analisando essa definição e tudo que trabalhamos até aqui, podemos dizer que <strong>a APS é uma forma de organização que prioriza o cuidado à saúde, e não apenas tratativa das doenças</strong>. Assim, tem como objetivo atuar de forma preventiva, e não reativa, o que por si só <strong>tem impacto direto na sustentabilidade das instituições e na qualidade de vida das pessoas</strong>.</p>
<p>Por esse motivo, a APS (Atenção Primária à Saúde) é considerada a pedra fundamental do cuidado em saúde na experiência de muitos países. Ela é reconhecidamente a porta de entrada preferencial de acesso ao sistema de saúde, e promove adequado cuidado entre os outros níveis de atenção, como especialistas e hospitais, fundamentado <a href="https://qualidadeparasaude.com.br/review-webinar-sobre-experiencia-do-paciente-humanizando-processos-na-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="nas necessidades de saúde e nos graus de complexidade de cada indivíduo (abre em uma nova aba)">nas necessidades de saúde e nos graus de complexidade de cada indivíduo</a>.</p>
<h2><strong>Pilares da Atenção Primária à Saúde (APS)</strong></h2>
<p>Para que o modelo de Atenção Primária à Saúde funcione de forma adequada, alguns princípios devem ser observados. Tais princípios são considerados como <strong>os sete pilares de estruturação dos cuidados primários em saúde</strong>, e são reconhecidos por instituições nacionais e internacionais. São eles:</p>
<ol>
<li><strong>Porta de entrada do sistema</strong> – primeiro contato, acolhimento do indivíduo;</li>
<li><strong>Longitudinalidade do cuidado</strong> – cuidado e acompanhamento da equipe de saúde ao longo da vida do indivíduo;</li>
<li><strong>Alta coordenação do cuidado</strong> – articulação e coordenação entre os diversos serviços de atenção à saúde de cada indivíduo;</li>
<li><strong>Integralidade do cuidado</strong> – integração dos serviços nos diversos níveis de atenção, preventivos, curativos, de reabilitação, individuais e coletivos, caso a caso;</li>
<li><strong>Heterogeneidade das demandas</strong> – cuidar de cada indivíduo nas suas particularidades e individualidades;</li>
<li><strong>Centralidade na família</strong> – coordenação, orientação, integração e informação aos cuidados familiares de cada paciente;</li>
<li><strong>Orientação ao paciente e a comunidade</strong> – informação e orientação sobre a saúde a todos os indivíduos e comunidade.</li>
</ol>
<h2><strong>A Atenção Primária à Saúde e o reconhecimento da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)</strong></h2>
<p>Conhecendo um pouco mais sobre o conceito de Atenção Primária à Saúde, e os benefícios que ela pode trazer no cuidado à saúde das pessoas, e não à doença, a <a href="https://www.ans.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) (abre em uma nova aba)">ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)</a> está promovendo a adoção do Modelo de Atenção a partir de um programa de certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde, começando exatamente pelo modelo de Atenção Primária!</p>
<p>E a ANS está fazendo isso por meio do <strong>Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção Primária à Saúde</strong>, que está apresentado na <a href="http://www.ans.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&amp;task=TextoLei&amp;format=raw&amp;id=MzY2MQ==" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="resolução normativa 440 (abre em uma nova aba)">resolução normativa 440</a>. Nos próximos artigos, vamos conhecer um pouco sobre a RN 440 da ANS, que trata desse programa e discutir item a item das melhores práticas que ele propõe. Até lá!</p>
<p>O post <a href="https://a4quality.com.br/como-a-atencao-primaria-a-saude-aps-pode-mudar-o-panorama-da-saude-suplementar-no-brasil/">Como a Atenção Primária à Saúde (APS) pode mudar o panorama da saúde suplementar no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://a4quality.com.br">A4Quality HealthCare®</a>.</p>
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